A participação política portuguesa está a ganhar novas formas. Nem todas passam pelos partidos e nem todas cabem num discurso de campanha.\n\nEm associações locais, assembleias abertas e projetos cívicos, pessoas mais novas estão a testar maneiras diferentes de decidir, prestar contas e construir comunidade. Esta reportagem acompanha essas experiências sem as romantizar: pergunta o que mudam, quem deixam de fora e como podem durar para além do entusiasmo inicial.
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A geração que já não espera pela sua vez
Dos movimentos de bairro aos corredores do poder, uma nova geração está a mudar a linguagem — e as prioridades — da política portuguesa.
